20 de junho de 2008

MODULO 8- O mercado e o cenário do futuro

Ainda empresas não olham para o Supply Chain Management como uma mesma intensidade que antigos softwares de ERP (Enterprise Resources Planning), mas ainda pode haver um grande investimento nesta área, diante da globalização e das redes de
comércio eletrônico, se impõe a necessidade de criar novos padrões de negócios, de
usar a informação da melhor maneira possível para obter ganhos na cadeia
produtiva, incluindo-se aí o relacionamento com fornecedores, parceiros e clientes. A
estratégia é tornar os projetos rentáveis, potencializar as vendas, aumentar a lucratividade.
Em 2001,estudos realizados pelo IDC indicavam que os negócios com as ferramentas de Supply Chain movimentaram US$ 57,7 milhões, algo como 45% de todo o comércio efetivado na América Latina, porém no mesmo ano o IDC indicava que o mercado de software de Supply Chain teria um crescimento acima da taxa média de crescimento do mercado de Tecnologia da Informação (TI).
A demanda criada continua bastante concentrada no segmento de manufatura, porém já se vêem perspectivas de aumento substancial na adoção pelo varejo. No Brasil, a disputa do mercado de Supply Chain envolve, num primeiro plano, os principais fornecedores mundiais de software de ERP (Enterprise Resources Planning), como a SAP e a Oracle, com maior ou menor foco na América Latina, basicamente, todos estão
atuando no Brasil, direta ou indiretamente. Cada um com sua estratégia particular. Os alvos são os fornecedores de aplicativos tradicionais.
A investida nos negócios verticais pode ser através de estratégias da indústria de software de Supply Chain é a verticalização. A oferta de soluções específicas para determinado segmento de negócio, e não mais a venda de um único tipo de solução para qualquer atividade econômica. Soluções específicas para a indústria automobilística, para a indústria farmacêutica, é uma tendência mundial.
Com isso, incorporou a seu portfólio as ferramentas de execução de logística da
Arzoon, que incluem produtos para administração de transporte, de adequação ao
comércio internacional, visibilidade de inventário, gestão de exceções (procedimentos fora da rotina) e gestão de parceiros comerciais. A integração entre
as funcionalidades da Arzoon e as soluções SSA Transportation Management e Warehouse Management permite à SSA prover um Supply Chain especializado para
vários setores de atividades.
As Inovações tecnológicas, o avanço das etiquetas inteligentes é a chave para compreender o novo cenário que se abre com as inovações tecnológicas de Supply Chain continua sendo a integração e a colaboração, soluções que permitirem melhor integração e mais colaboração.
Outros fatore de práticas que possibilitem às empresas estabelecer um processo colaborativo com outros componentes da cadeia de suprimento, é a mobilidade, aliada aos diferentes dispositivos que ajudam a trabalhar melhor em um processo colaborativo , também será de fundamental importância no avanço do gerenciamento integrado da cadeia de suprimentos.
Com preços cada vez mais acessíveis, a identificação pela radiofreqüência ganha um espaço significativo na gestão da cadeia de suprimentos. A tendência reflete o movimento de ajustes dos sistemas de RFID, a curva de aprendizado dos fabricantes e dos varejistas e a queda de preços que tem se verificado nos últimos anos. As soluções de identificação por radiofreqüência favorecem o esforço de fabricantes e varejistas para aumentarem ganhos de produtividade e e aprimorarem a transparência de seus negócios.
A tecnologia por radiofreqüência (RFID) ganhou espaço nos anos 60 e de repente foi alçada ao topo das listas das soluções mais atraentes da área de TI. Criada pelos
ingleses para identificar aviões inimigos durante a Segunda Guerra Mundial, RFID
usa as ondas de rádio para passar a informação da identidade de um produto com
adesivo a um dispositivo de leitura. Os fabricantes usaram essa forma de identificação por vários anos em produtos de alto valor, mas os custos elevados e as tecnologias proprietárias impediam aplicações de mais longo curso. Agora, as novas técnicas de produção, os custos em queda e os padrões abertos da indústria viabilizam o uso desta tecnologia de reconhecimento automatizado de produtos em uma gama muito maior de mercadorias.
As implementações de EPC (Electronic Product Code)-RFID, as etiquetas eletrônicas, começam a avançar também na área portuária. O governo norte-americano está exigindo das empresas que exportam para os Estados Unidos que adotem as tecnologias EPC-RFID no transporte de containers até seus portos para maior segurança. Trata-se de uma exigência não só para as empresas privadas exportadoras e importadoras, mas também para os portos. No Brasil, o porto de Santos já está iniciando um projeto-piloto com a Unisys para se adequar às novas normas norte-americanas. O EPC afeta os processos de negócios das empresas de exportação/importação, desde a estocagem dos containers até a exibição dos logotipos nas embarcações. Mas propicia um trâmite muito mais rápido dos contêineres pelos portos e e reduz os custos de armazenagem.

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